Carta aberta critica atos como ofensas à China e declaração de que odeia o termo “povos indígenas” e alerta que comportamento é “totalmente inaceitável” na instituição.
A cientista política Ana Prestes analisa os principais fatos da conjuntura internacional com destaque para os Estados Unidos onde a pandemia do coronavírus segue em expansão e os protestos antirracistas continuam, agora de outras formas, enquanto Trump retomou sua campanha eleitoral. O Brasil é destaque também em função da Covi-19. Um artigo do Vladimir Putin sobre a Segunda Guerra Mundial também está entre os destaques.
Segundo o Banco Mundial, a economia global vai despencar 5,2% neste ano, mas a China crescerá 1%, enquanto a alta do Vietnã será de 2,8%
As manifestações racistas de Weintraub contra a China, um dos maiores acionistas do Banco Mundial, podem voltar para assombrar o ex-ministro. Já existe uma ampla movimentação para barrar sua nomeação ao cargo de diretor-executivo.
Economistas, intelectuais e empresários assinam carta endereçada ao banco e aos embaixadores do grupo do qual o Brasil faz parte.
“É que não sabem que ele trabalhou no Banco Votorantim. Quebrou em 2009 e ele era um dos economistas do banco”, disse o presidente da Câmara.
A previsão é do Banco Mundial, que projeta uma queda de 8% no PIB do Brasil. Para a instituição, sem as medidas de proteção social o total de brasileiros pobres pode saltar de 41,8 milhões, em 2019, para 48,8 milhões, em 2020
Se as projeções do Banco Mundial forem confirmadas, PIB cairá 5%, a maior queda que o País enfrenta em 120 anos
Após vários anos com um perfil mais discreto no Brasil, desde 2016 o Banco Mundial voltou a atuar de forma mais intensa, especialmente nas ações de incidência para adoção de sua agenda junto ao Poder Público.
Por Grazielle David*
Nos tempos mais recentes, o Banco Mundial parece ter recuperado um pouco de seu triste protagonismo histórico. Trata-se de um retorno à condição de organismo encarregado de sugerir o que existe de pior no cardápio de recomendações de política econômica e políticas públicas para os países membros da instituição.
Por Paulo Kliass*
Depois de ter sugerido o fim do ensino superior gratuito, o Banco Mundial agora defende reduzir os salários no Brasil e abrir ainda mais a economia do país para o capital e o comércio internacionais. Segundo a entidade, o salário mínimo brasileiro é “alto” e incentiva a informalidade. Para Leda Paulani, professora de Economia da USP, o argumento não se sustenta, e a própria realidade o desmente.
Por Joana Rozowykwiat
O Banco Mundial se esquece de mencionar a enorme regressividade do sistema tributário brasileiro, nem faz a pergunta mais importante sobre o 'ajuste'.
Por Wolfgang Lenk e Filipe Mendonça