O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na semana passada que a decisão do Banco Central de baixar a Selic de 7,50% para 7,25% colabora para reduzir o diferencial de taxas entre o Brasil e outros países no mundo.
A redução da taxa de juros iniciada em 2011 e a política mais ativa do governo para manter o dólar alto têm ajudado o Brasil a se tornar mais competitivo, apontam economistas. O País até mesmo avançou no Relatório Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial, quando a melhora das condições macroeconômicas foi citada.
A diminuição da taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual pelo Comitê de Política Monetária (Copom), ficando em 7,25%, foi bem recebida pelo presidente da Federação do Comércio do Rio (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz.
Começa na tarde desta terça-feira (9) mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) para avaliar a possibilidade de manter o processo de redução da taxa básica de juros, que caiu de 12,5% para 7,5% de agosto do ano passado até agora.
A quantidade de investidores que esperam estabilidade da taxa básica de juros em 7,5% neste ano e ao longo de 2013 cresceu, segundo sinalizam os negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e a pesquisa do Banco Central com o mercado por meio do Boletim Focus.
Dados divulgados nesta quarta-feira (26), pelo Banco Central, mostram que aumentou em 50% a previsão de ingresso de investimentos estrangeiros no país em 2012 em relação à estimativa feita há três meses. De acordo com a instituição, e apesar da crise, os investidores continuaram confiantes no país no que se refere a projetos de longo prazo.
Os estímulos fiscais e monetários adotados por países emergentes devem permitir a recuperação mais forte da economia em 2013, apesar da situação difícil que vive o mundo desenvolvido, afirma John Hawksworth, economista-chefe da PricewaterhouseCoopers no Reino Unido.
A exposição Museu de Valores 40 Anos , aberta nesta quinta-feira (13) em comemoração aos 40 anos do Museu do Banco Central, apresenta uma retrospectiva de suas principais atividades desenvolvidas desde que foi inaugurado em 1972.
O Banco Safra firmou contratos de empréstimo em branco com lojistas na cidade de Campinas (SP). E há indícios de que, nessa operação, os tenha lesado. Essa foi a conclusão do Banco Central (BC). Mesmo assim, porém, nada será feito contra o banco. Essa contradição entre a conclusão do BC e a falta de providências intrigou o presidente da subcomissão de Tarifas Bancárias da Câmara, deputado Chico Lopes (PCdoB-CE). Por isso, ele vai propor a convocação de todos os envolvidos para uma audiência.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) determinou nesta quarta-feira (29) a nona redução seguida da taxa básica de juros, também conhecida como taxa Selic porque remunera os títulos públicos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). O colegiado de diretores do BC baixou a taxa dos atuais 8% para 7,5% ao ano.
O Banco Central soltou um levantamento sobre o número de reclamações feitas, ao BC, contra as instituições financeiras em julho. No ranking, o Banrisul ficou em primeiro lugar entre os bancos grandes, com mais de um milhão de clientes, e o Société Générale liderou as reclamações entre os bancos médios, com menos de um milhão de clientes.
Diretores do Banco Central discutiram com o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), representante da Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara dos Deputados, modificações na relação entre bancos e consumidores, nesta terça-feira (7), em Brasília. Chico Lopes defendeu a proibição da cobrança de Tarifa de Abertura de Crédito, por parte dos bancos e instituições financeiras.