Em entrevista, membro da Comissão de Relações Internacionais do PCF, fala sobre o papel da Fête na mobilização política, cultural e antifascista
Os protestos ocorrem em um momento crucial, às vésperas de eleições regionais em regiões onde o apoio à AfD é mais forte.
Por defender uma segurança pública “mais democrática, mais comunitária e de aproximação junto ao cidadão”, líder do movimento não poupa críticas a Bolsonaro
Em mobilização “pluriclubista e suprapartidária”, coletivos de torcedores se reúnem e depois caminham até o Vale do Anhangabaú para comício com Lula e Haddad.
Ao desmascarar o fascismo – ameaça que continua presente hoje em vários países e inclusive no Brasil –, Dimitrov apresentou uma tática de luta política inigualável.
Manifestantes ocupam as ruas do país neste domingo (7), em atos a favor da democracia e contra o governo Jair Bolsonaro.
Bolsonaro usou sua live semanal nesta quinta para inflamar o ódio entre apoiadores e atacar opositores, chamando-os também de “idiotas” e “viciados”
Frankfurter Allgemeine também relatou o medo crescente por parte da oposição e afirmou que Bolsonaro permitirá que “o país caia no caos se ele continuar sob pressão legal e política
Protestos massivos que tomam as cidades americanas escancaram seu racismo secular e o desespero de uma democracia cheia de falhas
Após algum tempo, a Polícia Militar entrou em confronto e reprimiu os manifestantes. Os agentes chegaram a jogar bombas de gás lacrimogênio contra as pessoas na avenida.
Desde que o presidente Jair Bolsonaro ganhou espaço na política, vários coletivos foram criados por torcedores de futebol com o objetivo de barrar o fascismo fora e dentro dos estádios.
Em O conto da aia, romance da escritora canadense Margaret Atwood lançado em 1985, um golpe de uma facção fundamentalista institui nos Estados Unidos a República de Gilead, uma ditadura violenta em que a religião é usada como estratagema para subtração dos direitos civis, e o corpo da mulher se torna propriedade de uma elite hipócrita e corrompida. A distopia de Atwood parece ganhar ares de premonição quando se atenta para o contexto mundial e do nosso próprio país
Por Patrick Mariano *