Marcelo Pereira Fernandes enfatiza a necessidade de um novo enfoque na política econômica brasileira, desvinculado da retórica da austeridade fiscal.
Economia argentina registra queda acentuada, refletindo o plano de ajuste profundo. Consumo e investimento caem drasticamente, resultando em mais desemprego.
Apesar da receita não ter vingado em lugar algum, o FMI insiste que medidas neoliberais são a melhor maneira de “desbloquear o crescimento, o emprego formal e o investimento”
Em entrevista ao Portal Vermelho, o economista argentino Eduardo Crespo avalia os rumos do governo Milei, responsável pelo aumento da pobreza que chega ao patamar de 60%
A depender da vontade da nova Casa Rosada, vêm por aí demissões do funcionalismo, desmonte do serviço público e privatizações — a meta é cortar 5% do PIB
Em evento com principais líderes econômicos mundiais na Suíça, Fernando Haddad apresentou a estratégia otimista do governo Lula para a retomada do crescimento
Paulo Nogueira Batista Jr avalia primeiras medidas fiscais anunciadas por Fernando Haddad
Para garantir superávit primário, ministro vai reverter desonerações, acelerar processos tributários, renegociar dívidas e reduzir gastos com contratos. Mercado reagiu bem a anúncios
Faz sentido o barulho em torno da suposta irresponsabilidade do novo governo brasileiro? Veja a opinião do economista
Lula nem foi empossado e já é cobrado por teto de gastos que Paulo Guedes atravessou no primeiro ano de governo Bolsonaro, sem reações escandalizadas do mercado financeiro.
Bernard Appy, que esteve no Ministério da Fazenda nos governos Lula, diz que área tributária deixada por Bolsonaro é diferente da que foi deixada por FHC.
O tom geral é de lamento pelo aumento dos juros, mas sempre culpando a flexibilização fiscal como vilão pelo “sequestro” do BC. A austeridade fiscal é a única receita para o mercado que rejeita qualquer incentivo à renda e ao consumo interno.