Permissão dos EUA para ataques ucranianos em solo russo pode aumentar o conflito, enquanto aliados têm maior regionalização e envolvimento direto na guerra
“O “empate” não é uma possibilidade; ou ganha Trump ou Kamala e, a depender das preferências de quem analisa o pleito, há indicadores que apontam para vitória de um ou outro”
Diante de um cenário incerto, é impossível prever o resultado das eleições dos EUA em 5 de novembro, gerando especulações sobre as políticas econômicas e externas de ambos os candidatos.
Pressionada pelos EUA, a União Europeia adota medidas protecionistas contra a China, arriscando prejuízos econômicos e minando sua própria competitividade no mercado global.
O Fed inicia a redução dos juros nos EUA após 11 aumentos consecutivos, buscando um “pouso suave” da economia, foco na estabilidade e emprego, com inflação próxima da meta de 2%
Valor aportado não resulta apenas de um movimento do mercado, mas de uma estratégia planejada do governo chinês para fortalecer a cooperação com os países em desenvolvimento
A política externa de Harris para a China seria gerenciar as relações bilaterais por canais diplomáticos. Já Trump, teria o objetivo de “vencer” a China em uma nova guerra fria
Ascensão da China resulta de décadas de investimentos em educação, pesquisa e inovação, impulsionando seu desenvolvimento econômico e tecnológico
Um dos grandes problemas de Biden era a dificuldade de capitalizar politicamente sobre os dados positivos da economia, nomeadamente as baixas taxas de desemprego, e de dissociar-se dos dados negativos, nomeadamente a inflação
O setor imobiliário chinês enfrenta uma crise desde 2021, impulsionando o governo a adotar medidas para estabilizar a economia e promover a habitação social.
O presidente da França disse que a Europa nunca deve ser uma “vassala dos Estados Unidos” – o tipo de linguagem favorita da China’
Liderança global se dá graças a trilhões em estímulos governamentais, investimentos em infraestrutura, energia verde, semicondutores e políticas fiscais expansivas