Com 1.238 novas mortes, números parecem manter estabilidade sem crescimento exponencial, o que pode significar um início de achatamento da curva epidêmica
Representantes de nove centrais sindicais debateram a importância da unidade sindical para combater os efeitos mortais da covid-19 entre os trabalhadores mais vulneráveis, assim como se preparar para o debate sobre o trabalho pós-pandemia.
Disparidade entre informações do governo federal e dos Estados prejudica a população e a avaliação das medidas de combate à pandemia. Falta de transparência sobre leitos de UTI impede uma avaliação precisa da capacidade de atendimento da população e da oportunidade de medidas de flexibilização
Brasil tem 45.241 mil mortes e 923.189 mil casos confirmados pelo Ministério da Saúde e 45.456 mortes e 928.798 casos levantados pelo consórcio da imprensa.
A inteligência artificial melhora sua precisão na hora de detectar notícias falsas, embora a sofisticação desse conteúdo dificulte o trabalho
Pesquisador prova que datas erradas de mortes suspeitas e confirmadas por covid-19, ajudam a estruturar curva epidêmica que favorece leitura equivocada e flexibilização antecipada do isolamento social.
Brasil é o segundo do mundo em casos e mortes, com mais de 10% das vítimas do planeta. Avanço dos números tem sido rápído, com Goiás e Sergipe se destacando.
A 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBT acontece neste domingo (14), mesma data da tradicional manifestação na Avenida Paulista (a 24a. edição), adiada para 29 novembro (caso haja tratamento adequado ou vacina para a covid-19, segundo organizadores).
A dicotomia entre salvar as vidas ou salvar a economia em meio à pandemia, é falsa e sem sentido, diz economista. Não dá para a economia prosperar quando todos temem a morte, nem faz sentido salvar a economia, quando o sentido dela é ser desfrutada pelas vidas que se perdem.
Filiado ao PSD, que compõe o Centrão, Fábio Faria foi acusado de corrupção em delações da JBS e Odebrecht.
Dados do Ministério da Saúde guardam pequena diferença pra menos com números levantados pela imprensa. Média do número de mortes já ultrapassa EUA e Reino Unido.
Em plena pandemia, grupos vulneráveis tiveram seu benefício negado. Entre janeiro e março, INSS concedeu 1,08 milhão e recusou 1,2 milhão de benefícios, e não por correção de divergências, mas por erro do órgão.