À luta contra o desmonte do Estado de direito e em defesa do Lula
É noite do dia 9/9. Em casa, com os pensamentos em revoadas não consigo me desfocar da crueldade que as elites brasileiras estão cometendo contra o maior líder contemporâneo brasileiro: o presidente Lula.
Por Eleonora Menicucci*, em sua página no Facebook
Publicado 12/09/2017 11:05

Lula fez muito pelo Brasil, poderia elencar milhares de políticas públicas, mas muito já se falou.
Quero destacar duas: incluir os pobres pela primeira vez no Orçamento da União, tornando-os sujeitos de direitos. Não é pouco, é muito por ser cidadania comprometida com igualdade social.
A segunda foi ter a sensibilidade que chamo de gênero quando bancou o nome da primeira mulher à Presidência do Brasil.
E que mulher? Dilma Rousseff, ex-militante contra a ditadura civil-militar de 64, ex-presa política e torturada (como eu), ética, digna, decente e profundamente comprometida com a liberdade e justiça social.
Isto são escolhas de grande estadista.
Hoje as elites dominantes, mídias, capital financeiro, judiciário e etc. não perdoam.
Isto “justifica a caçada”. Nós brasileiros não nos calaremos.
Vamos às ruas de nosso país para defendê-lo, presidente Lula. Como os nordestinos fizeram durante a maravilhosa caravana, que eu tive oportunidade de acompanhar e me emocionar no percurso do Rio Grande do Norte.
Sairemos mais fortes e unidos.
O PT vive.
O Lula vive e com força.
As elites dominantes, classistas, patriarcais, sexistas, escravocratas, homolesbo e transfóbicas que deram o golpe com o aglomerado poderoso das cinco famílias que controlam a mídia, o capital financeiro rentista, judiciário, não suportam serem governados por um partido de esquerda e muito menos por um operário e uma mulher ex-presa política.
Ambos contribuíram para a conquista de direitos dos novos sujeitos políticos, até então inviaibilizados.
À luta contra o desmonte do Estado de direito e em defesa do Lula.