Ato na PUC-SP cobra providências da reitoria sobre truculência da PM
Os estudantes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), se reuniram na manhã desta terça-feira (22) para denunciar e cobrar uma postura da reitora, Ana Cintra, perante ao abuso de força da Polícia Militar, que reprimiu duramente os estudantes que se manifestavam contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e a favor da democracia.
Publicado 22/03/2016 13:29

No mesmo local, também na noite desta segunda-feira (21), um pequeno ato ocorria em defesa do golpe, porém, os policiais escolheram como alvo os estudantes e professores que se manifestavam contra o golpe.
Nos relatos expostos em vídeos e imagens, há o uso de spray de pimenta, bombas de efeito moral e balas de borracha contra os manifestantes. “Transformaram a PUC em uma praça de guerra”, denunciam os professores e estudantes.
Histórico de resistência
Cenário de lutas em defesa da democracia, não é a primeira vez que universidade é alvo de ações truculentas. Em 1977, 500 homens do DOPS, a sedenta polícia política da ditadura militar, prendeu 700 estudantes e professores com golpes, cassetadas e choques, destruíram acervos e picharam as paredes com a sigla CCC (comando de caça aos comunistas).
Assista ao vídeo do ato que ocorreu nesta terça-feira (22) na PUC: