Jô acusa esquizofrenia da oposição

A jornalista Bertha Maakaroun, do jornal Estado de Minas, postou no dia 20 em seu blog (dzai.com.br/blogdabertha/blog/blogdabertha) a reação da deputada federal e candidata à reeleição Jô Moraes (PCdoB/MG) ao discurso dos democratas contra o PT. “Na divisão de tarefas da coligação de José Serra, o bom-mocismo fica com Serra e o trabalho sujo, com os democratas. Isso é algo que tem de ser repudiado”, pontuou.

Com o título “ Jô Moraes diz que discurso democrata é esquizofrênico e atiça conservadorismo”, a postagem tem o seguinte teor:

Conservadores

“A deputada federal Jô Moraes (PCdoB) rebate duramente o discurso dos democratas, que, segundo ela, traduzem o que chamou de uma esquizofrenia política. "Na divisão de tarefas da coligação de José Serra, o bom-mocismo fica com Serra e o trabalho sujo, com os democratas. Isso é algo que tem de ser repudiado", afirmou. Segundo Jô Moraes, a campanha nacional está assumindo um clima de "negação das conquistas democráticas do país". Ela prossegue, criticando a ênfase voltada aos tópicos que atiçam os setores mais conservadores da sociedade: "O Brasil nem o PT nunca tiveram participação na guerra civil vivenciada pela Colômbia. Esses ataques desenfreados só buscam encontrar na sociedade aquilo que a luta democrática do país já superou. Se Serra e Índio não têm algo para apresentar, para aperfeiçoar a democracia no Brasil, não precisam golpeá-la. Por isso, a divisão que a coligação faz entre as tarefas do bom-mocismo e do trabalho sujo".A parlamentar também critica a intenção democrata de questionar na Justiça o manifesto das centrais sindicais em apoio à candidatura de Dilma Rousseff. "Alegam que infringiria a lei, pois as entidades sindicais não podem contribuir materialmente com as camanhas. Isso nada tem a ver com a liberdade de opinião e expressão, que foi precisamente o que ocorreu", disse Jô Moraes. "Com essa esquizofrenia, busca-se afastar o debate das conquistas sociais e democráticas alcançadas no governo Lula", acrescentou. Segundo ela, a estratégia não dá voto”.